Cláudio Ramos revela bastidores difíceis do novo projeto

Cláudio Ramos não podia estar mais radiante com a novidade profissional que comunicou aos fãs e seguidores. O apresentador da TVI tem um novo romance (que estará brevemente nas bancas) e, numa recente publicação nas redes sociais falou sobre a importância da literatura para si.
“Ler foi muitas vezes a minha única viagem. Leio desde sempre. Umas vezes mais, outras menos e escrever foi sempre um refúgio. Muitas vezes o único refúgio”, começou por confessar.
“Acredito que todos os romances têm por trás uma história além da história escrita, e o meu não é diferente. As linhas que estão dentro deste Amor foram pontuadas por vários estados de alma”, escreveu ainda o apresentador.
Cláudio Ramos falou também sobre o processo de escrita, revelando que não foi assim tão fácil.
“Foram sete meses, complicados de gerir, entre a realidade e a ficção, porque quando se escreve uma história ela não aparece automaticamente assim que se liga um computador. No meu caso vive comigo todos os dias e todos os dias cada personagem vai crescendo dentro da minha cabeça, vão brigando entre elas, vão fazendo caminhos vão minando a minha forma de estar porque não estou sozinho enquanto estou a escrever. Estou com cada um destes personagens. Tenho-lhes o amor que se tem quando se cria algo de que se gosta e em que se acredita. A partir do momento que o livro está na rua cada um destes personagens deixa de ser meu e passa a ser vosso”, referiu.
Quando este trabalho se materializou, Cláudio Ramos não conteve a emoção.
“Quando o fui ver à gráfica os meus olhos encheram-se de água. Eu sou um miúdo estranho a brincar de ser forte e fico tremendamente feliz quando algo que sonhei acontece. Dá muito trabalho escrever um livro a sério. É um processo tremendamente solitário e muitas vezes doloroso, são horas seguidas a escrever, a criar, são noites sem dormir e muitas perguntas sem resposta… Este é o meu sexto romance, seguramente o melhor de todos e também o que me deu mais luta porque me fez chorar mais, ter raiva, duvidar de certezas absolutas, alimentar esperança, acreditar e viver inquieto porque além da história escrita, este ‘Amor’ tem a história por trás da história…”, escreveu ainda.
